sexta-feira, 25 de março de 2011

HORA DO PLANETA 2011 – Apague a luz para ver melhor


No próximo sábado – dia 26 de março, das 20h30 às 21h30 – a WWF (World Wide Fund) convida a todos para desligarem as luzes em um ato simbólico contra o aquecimento do planeta.

Lançada em 2007, a campanha Hora do Planeta tem ganhado adeptos a cada edição. No ano passado, mais de um bilhão de pessoas, em 4616 cidades, de 128 países, apagaram as luzes durante a Hora do Planeta. Conhecidos monumentos ao redor do mundo – a Torre Eiffel (Paris), o Portão de Brandemburgo (Berlim), a Ponte Octavio Frias de Oliveira (São Paulo), o Palácio de Cristal (Curitiba) e o Cristo Redentor (Rio) – tiveram suas luzes apagadas pelos 60 minutos, demonstrando a adesão de suas cidades ao evento.

Em 2011 a proposta da WWF-Brasil a todos nós é: “Recicle-se”. A intenção é que a Hora do Planeta vá além da hora, sendo apenas um início de uma maior mobilização contra o aquecimento global, levando os participantes a um cotidiano mais sustentável.

Um gesto simples e simbólico ao alcance de todos. Participe você também.

Vamos usar 60 minutos de escuridão para ajudar o mundo a ver a luz.” Ban Ki-moon, secretário-geral da ONU.

terça-feira, 15 de março de 2011

100 maneiras de melhorar o mundo


A Behavior, consultoria especializada no comportamento do consumidor, divulga uma lista bem legal de atitudes para fazermos nossa parte e melhorar o mundo.
Regule sua geladeira, coma devagar, entre na onda do “Dia de Não Comprar Nada”, seja ativo, mantenha seu carro regulado, feche a torneira, são algumas dicas simples, mas que fazem a diferença.
Clique em 100 maneiras de melhorar o mundo e veja todas.

segunda-feira, 14 de março de 2011

VOTO DE PROTESTO


Há poucos dias escrevi defendendo a implantação do voto distrital e desancando nosso atual sistema representativo. Isso me trouxe à memória alguns dos mais curiosos personagens de nossa história eleitoral, os dignos representantes da fauna encarcerada. O “Macaco Tião”, pelo Rio de Janeiro, e o “Rinoceronte Cacareco”, candidato a vereador mais votado de São Paulo em 1958, que, por pura injustiça, não pôde tomar posse.
O Carioca – que a despeito das grades que permeiam pela cidade, tem um espírito livre por excelência – honrou o nobre representante dos chimpanzés com mais de 400 mil votos no pleito de 1988, fazendo-o figurar no Guiness World Records como o símio a receber mais votos no mundo.
Com o advento da urna eletrônica os eleitores ficaram impossibilitados de votar nos representantes da fauna, devido à existência apenas do teclado numérico.

sábado, 12 de março de 2011

Com a qual ou sem a qual as coisas deverão continuar tal e qual



Novamente a reforma política volta à baila. Acho que já virou tradição momesca. Todo ano trazem o bloco à rua e requentam velhas marchinhas. Esse ano não é diferente e iniciaram os debates prometendo uma grande reforma política. Já posso ouvir o bloco chegando: “.... olê, olê, olê, olá, o listão chegou para ficar”.
É o momento apropriado para perguntar: quem lhe representa no Parlamento, seja ele Federal, Estadual ou Municipal? Quando muito, lembramos em quem votamos na ultima eleição, e se esse candidato perdeu, ficamos sem representante ou temos que cair na vala comum e ouvir: "eu represento o povo do meu Estado" ou "eu represento o povo do meu município". Bem, alguns dirão que é melhor do que ouvir: "eu represento a massa...." ou outras pérolas do gênero. Mas a realidade é que quem representa todos não representa ninguém.
Em nível federal nosso Parlamento é bicameral, com os senadores representando os Estados Federados mais o Distrito Federal e os deputados representando, teoricamente, o povo.
Mas, desçamos à planície e mantenhamos nossa conversa mais próxima de nossas casas e restringindo a pergunta: Quem é seu representante na Câmera Municipal? Não, não em quem você votou, mas quem lhe representa? Todos os vereadores?
Bem, vamos fazer a mesma pergunta em outros termos. Se o asfalto de sua rua está esburacado, o esgoto a céu aberto, a escola em petição de miséria e você sente um frio na espinha só de pensar em ir ao posto de saúde, a qual representante eleito você deve direcionar suas queixas? Resposta difícil, não? Se você pensou "ao prefeito", esqueça!
A resposta a essa pergunta somente seria possível com o voto distrital. Sistema eleitoral que limita geograficamente o universo de eleitores, dividindo as cidades ou Estados em distritos eleitorais que elegeriam seus representantes através de eleição majoritária. Conseqüentemente, todos seriam representados e saberiam quem é seu representante, tendo votado nele ou não. Paralelamente, as campanhas políticas teriam seus custos reduzidos à uma fração dos atuais, pois ficariam restritas a distritos e não mais difusas em todo o Estado ou toda a cidade. Permitiria-nos saber exatamente quais regiões/distritos e - o pulo do gato - quais os eleitores seriam representados por quais deputados/vereadores. Aos eleitores caberia maior responsabilidade cidadã, pois seriam os fiadores de seus representantes perante a sociedade, tendo em vista que se saberia exatamente a quais cidadãos os Tiriricas que povoam nosso universo político representariam. Convenhamos, ninguém, em sã consciência, gostaria de inflar o peito e anunciar a seus filhos e aos quatro-ventos: - Somos representados pelo "Tiririca, o abestado".
Não tenho absolutamente nada contra a digna profissão de palhaço, mas o voto de mais de um milhão e trezentos mil eleitores neste personagem circense evidencia de maneira cabal a indignação e descrédito de um povo em seu parlamento e seu sistema eleitoral. Repito, os votos foram dados a um personagem, pois toda a campanha eleitoral foi realizada em cima do personagem Tiririca - "Pior do que tá não fica, vote Tiririca"- e não do cidadão Everaldo Silva, que por coerência deveria ter assumido o cargo paramentado como tal, assim como se mostrou aos eleitores durante o período eleitoral para captação dos votos.
Nos debates, que ora assistimos passivamente, nossos caríssimos deputados federais alardeiam sistemas de listas, distritão e outras criativas invenções em detrimento do sistema eleitoral distrital, puro e simples, utilizado a centenas de anos em vários países. Porém, no meu ponto de vista, a principal característica desta reforma é que: "Com a qual ou sem a qual as coisas deverão continuar tal e qual".

sexta-feira, 11 de março de 2011

Bem bolado


Navegando pela net encontrei um móvel modular extremamente simples, bonito e prático, que nos permite montá-lo ao melhor estilo make yourself. BrickBox, minha cara!
São dois tipos de caixas/módulos que se adaptam aos mais diferentes espaços. Foram criados por dois designers espanhóis, Antxon Salvador e Roger Zanni, que as fabricam em Barcelona dentro dos conceitos de sustentabilidade e preocupação social. Pena que ainda não chegou ao nosso mercado.


Compra-se os módulos para monta-los em casa